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Qual é a sua?

Tem gente que acha que é dono de todas. Tem gente que vive mudando. Algumas pessoas encontram uma pra chamar de sua:
em livros, na música, em um propósito maior, no meio da natureza, na meditação, na fé.

Outras… passam a vida toda atrás de uma – quando ela estava ali, o tempo todo

A nudez que raramente revelamos

Você pode responder rápido. Você pode entrar em pânico. Você pode se distrair pensando numa resposta – para uma pergunta para
a qual nunca tinha olhado atentamente. Você pode ficar confortável em não ter nenhuma resposta.

Mas o que a gente quer te perguntar hoje é:

De verdade, qual é a sua verdade?!

Afinal, a filosofia, a psicanálise, a psicologia de todos os tempos, antes mesmo de Platão ou Jung, buscaram estudar a verdade.
Mas, em uma era onde tudo é tão imagem e aparência, é preciso, cada vez mais, coragem, pra olhar para aquele lugar onde a
vaidade vai embora e deixa só o que é cru. A gente sabe: a nudez mais importante é aquela da qual fugimos.

Ainda assim… se você tivesse que tirar tudo. Tudo que precisa contar sobre si mesmo, pra você ou para os outros, tudo que precisa
parecer ser, pra você ou para os outros. Se abrisse mão de todas as validações. De todas as narrativas.
De todos os aplausos, de todos os fracassos:

O que sobra?

O mergulho que nos muda

Esqueça as frases prontas. Esqueça a razão por um momento. Não precisa ser convincente. Abra mão de qualquer estrutura.
Vá além. E se mergulhássemos em águas profundas no oceano de nós mesmos?

Sim. É preciso alguma rebeldia para desapegar do óbvio e encontrar o que importa. A verdade não é um valor absoluto. 

Ainda que, certamente, embora ninguém seja dono dela, ela seja sócia-proprietária de um valor inestimável. Porque não exista uma
única verdade, existe uma verdade única: a sua – sobre você mesmo. Uma sobre a qual ninguém pode dizer – além de
você, antes de você decidir. 

Os francês chamam de quatervois – uma encruzilhada, uma decisão crítica de virada na vida de alguém. Enquanto para os gregos,
o katabasis era o momento de descida, onde os heróis mitológicos precisavam retroceder ao submundo para emergir
com uma compreensão elevada do seu próprio mundo.

E, talvez, tudo bem, você também não consegue fazer isso. Não ainda. Não agora. Há um tempo certo pra tudo. Mas todos passam
pelo momento em que é preciso mergulhar mais fundo, ir onde quase ninguém quer, ir onde ninguém mais pode ir senão você.

A verdade não é um sentimento, mas nenhum sentimento verdadeiro pode se desenvolver sem ela. Faz sentido… Afinal, depois dos escombros, depois das escavações, depois de encontrar velharias e os navios que naufragamos, é que podemos
encontrar os tesouros mais valiosos daquilo que temos de mais nosso.

Nossa verdade.

Finalizamos perguntando mais uma vez: qual é a sua?
E te convidamos a, mais do que entender: sentir.



You Need To Feel

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